No primeiro treino livre para o Grande Prémio de Espanha os Mercedes colocaram-se na primeira e segunda posição. Valtteri Bottas foi mais rápido do que Lewis Hamilton, com o finlandês a fazer um tempo de 1:16.785s. Hamilton ficou a 0.039s. Atrás dos Mercedes ficou Max Verstappen a 0.939s. Na quarta e quinta posição ficaram os Ferrari, com Charles Leclerc a ser mais rápido do que Sebastian Vettel, mas ambos os Ferrari ficaram a mais de 1s da frente.
Na Mercedes, Valtteri Bottas foi o mais rápido em pista. O piloto finlandês utilizou mais o composto macio (20 voltas), tendo também feito 13 voltas com o composto médio. Já Lewis Hamilton ficou na segunda posição, a 0.039s do seu companheiro. Tal como Bottas, Hamilton focou-se mais na utilização do composto macio. Hamilton também efetuou oito voltas com os pneus mais duros.
Max Verstappen ficou atrás de ambos os Mercedes. O piloto da Red Bull trabalhou com os pneus de composto duro e com os pneus de composto macio. Verstappen efetuou 11 voltas com o pneu mais duro, tendo efetuado 15 voltas com o pneu macio. Também na Red Bull, Alex Albon terminou na 8º posição. O tailandês reportou à equipa problemas de potência no RB16, mas, apesar disso, Albon também reportou que o balanço estava bom.
Na Ferrari, Charles Leclerc e Sebastian Vettel levaram o SF1000 até aos dez primeiros, ficando na 4º e 5º posição, respetivamente. Para o Grande Prémio de Espanha, Vettel tem um novo chassis – CLIQUE AQUI PARA LER MAIS. Leclerc e Vettel também estiveram a trabalhar com os compostos mais duros disponíveis e com os pneus mais macios, tendo efetuado ambos 27 voltas no total.
Romain Grosjean e Kevin Magnussen também colocaram os Haas nos dez primeiros. Grosjean foi o mais rápido da equipa americana, tendo ficado na sexta posição, sendo mais rápido do que o seu colega de equipa por 0.329s. Grosjean trabalhou com os pneus mais duros e macios, já Magnussen trabalhou com os médios e os macios.
Sergio Pérez está de regresso à Fórmula 1 depois de ter testado positivo à COVID-19 e de não ter efetuado os Grande Prémios no circuito de Silverstone. Antes de Barcelona, o teste de Pérez à COVID-19 deu negativo, estando de volta ao RP20. O mexicano colocou o Racing Point na sétima posição, ficando na frente de Lance Stroll por 0.172s. Ao contrário de muitos pilotos, os Racing Point trabalharam mais com os pneus médios. Pérez e Stroll efetuaram 19 voltas com os pneus médios.
CONFIRMED: We’re pleased to share the news that @SChecoPerez has tested negative for COVID-19 💪
— BWT Racing Point F1 Team (@RacingPointF1) August 13, 2020
The @fia have confirmed that Checo can return to the @F1 paddock and he will compete for the team in this weekend’s #SpanishGP 🙌 pic.twitter.com/adYfWW5jWU
No seu Grande Prémio, Carlos Sainz levou o McLaren até à 11º posição, tendo ficado a 0.09s de Stroll. O piloto da McLaren esteve a trabalhar com os compostos macios e médios. Sainz e Bottas foram os pilotos que mais rodaram, tendo efetuado 33 voltas no total.
Daniel Ricciardo ficou fora dos 15 primeiros, tendo efetuado o 18º tempo mais rápido (1:19.230s). Apesar disso, o australiano esteve a maior parte do tempo com os pneus mais duros ‘calçados’, efetuando 23 voltas com este composto e apenas 8 voltas com o pneu mais macio.
No final do pelotão, destaque para a estreia de Roy Nissany. O piloto israelita esteve no carro de George Russell neste TL1, tendo efetuado 25 voltas no total. O piloto de desenvolvimento da Williams foi o mais lento, ficando a 3.879s de Bottas e a 0.33s de Nicholas Latifi (19º).
Getting that first taste of FP1 😊#SpanishGP 🇪🇸 | #WeAreWilliams 💙 pic.twitter.com/Pku5Vm44tj
— WILLIAMS RACING (@WilliamsRacing) August 14, 2020










