A versão da pista a ser utilizada no GP de Portugal de Fórmula 1 está definida há muito, mas só recentemente se ficou a saber que vão existir dois pontos de DRS, e as simulações indicam que vai haver três…ou quatro pontos de ultrapassagem. A versão da pista resultou de conversas entre os responsáveis do AIA e da Liberty Media, onde foram conjugados os dados técnicos dos monolugares de Fórmula 1 e com as simulações existentes, tempos por volta, pontos de travagem, distâncias de travagem: “a conclusão foi fácil de chegar, optou-se pelo traçado Fast Fast F1 que é a utilização da curva rápida após a reta da meta, a mais utilizada, e da entrada da reta da meta com a curva rápida, portanto a mesma versão que é utilizada na ELMS, a a que achamos mais interessante, com dois pontos de DRS, três pontos de ultrapassagem. Vamos ter na reta da meta um ponto de DRS, na reta interior outro ponto de DRS, e em algumas simulações, ultrapassar também é possível na curva Portimão (ndr, curva 11, o ponto mais a norte do circuito, no fim da subida após a curva Craig Jones, a zona ‘cega’ que tem uma ligeira direita antes doutra direita de 90º que começa vertiginosa descida para as curvas 12 e 13) e na entrada da curva Sagres /ndr, a curva lenta antes do começo da longa parabólica que dá acesso à reta da meta), poderão ser mais dois pontos em que se os pilotos tiverem alguma coragem e capacidade de ‘inventar’ um bocadinho, ter ali mais dois pontos de ultrapassagem”, disse Paulo Pinheiro ao 16 Válvulas, revelando ainda que os pontos de deteção de DRS só serão decididos durante a próxima semana.











