Todos os cenários estão a ser equacionados nesta fase e se a F1 sofrer muito com a crise e a situação assim o exigir, medidas drásticas podem ser tomadas.
A optimismo começa a regressar aos poucos com o lançamento do rascunho das novas datas para o calendário da F1. Começamos a ver a possibilidade do regresso à competição, o que é um excelente sinal. Mas nada é certo e a evolução da pandemia pode trocar as voltas aos organizadores. Assim, não está excluído o pior cenário que pode levar ao fim de várias equipas do Grande Circo. Jean Todt foi pragmático em relação a esse cenário.
Questionado sobre o que aconteceria se “três ou quatro equipas não sobreviverem”, o francês disse à Auto Motor Und Sport: “Então teríamos que perguntar aos proprietários dos direitos comerciais questões fundamentais. Como deve ser a Fórmula 1 no futuro? No pior cenário, a Fórmula 1 como a conhecemos hoje não seria mais possível. Com um limite de custo de 50 milhões de dólares, sem exceções, não seria nada como é. Seria uma Fórmula 1 completamente nova. Uma super fórmula 2.”
É um cenário assustador, pensar que a F1 poderia ficar reduzida uma Super F2, mas sem certezas de como a economia vai reagir, é difícil entender se será possivel ter orçamentos de centenas de milhões. A necessidade de cortar custos é cada vez uma necessidade maior. Mas o orçamento de 50 milhões implicaria uma F1 muito longe do que estamos habituados.











Infelizmente, apesar de haver uma enorme polarização de ideias sobre a redução de custos na Formula 1, gostem ou não, concordem ou não, a mesma vai ser uma realidade forçada, pois caso contrário, a F1 vai morrer. E não pensem que tal é impossível de acontecer, já houve outros campeonatos que mesmo no seu auge de popularidade, morreram assim que os custos subiram, Grupo C, FIA GT1 em 98 e o DTM em 1996. Se em pleno século XXI, o Reino Unido saiu do União Europeia, não pensem que a F1 é imune ao colapso. Sobretudo quando os próprios construtores… Ler mais »
Ou talvez uma aproximação (de ambas as partes) a qualquer coisa entre a F1 atual e a Indy, e com isso permitir grelhas maiores com custos menores. Sendo certo que algo que permitisse fundir as duas seria o ideal, mas com os interesses individuais é quase impossível. O teto de 140 milhões de que muito se fala parece exequível. Mas acredito que o seja se as regras atuais se mantiverem e por muitos anos. Por um lado os que estão em cima dificilmente passarão a outro nível, e os que estão em baixo só não se aproximam se forem incompetentes.… Ler mais »
Mais depressa acreditava em corridas com F1 e F2, como já as houve no passado, do que uma fusão entre a F1 e a Indycar. Para começar os orçamentos da Indycar são idênticos à F2, com os custos da competição americana bem controlados, não havendo a mínima intenção de aumentar, muito pelo contrário, as equipas norte-americanas não querem aumentar oa custos, pois ao contrário da F1, nos EUA, a competição é preenchida por equipas privadas e não por construtores. Depois temos o facto que a F2 já pertence à FIA. Os Indy são super rápidos em reta, mas muito mais… Ler mais »
Os indycar são artificialmente lentos, os antigos CART são mais rápidos na oval de indianápolis. A culpa é da motorização, com um motor V8 ou V10 da F1 até voavam.
Se montares um V10 de 2004 num chassis de indy ou de F2, tens carros em ritmos próximos da F1 actual, a uma fração do custo.
Se acreditares que a “magia” dos Formula 1 e a sua superioridade face às demais competições se resume aos motores V10, então não serei eu a explicar. Qualquer competição está limitada, seja por meios técnicos, ou regras impostas. Nenhuma equipa Indycar quer motores enormes, complicados e caros para lhes aumentar os orçamentos, assim como nenhum privado na F2 quer o mesmo. Lamento desiludir e destruir a tua verdade adolescente adquirida, mas não é o tamanho que conta. Com um pouco de sorte deve estar a dar o filme Fast & Furious na tv e assim já te podes ir entreter… Ler mais »
Excepto que um V10 com um depósito cheio (para uma corrida inteira) é mais lento que um V6 híbrido com o depósito igualmente cheio, devido à eficência de cada um.
Algo tem que ser feito se não em breve a F1 está como a resistência ou o DTM. A mim não me choca nada que eles sejam uns segundos mais lentos, desde que fiquem mais equilibrados. Temos como exemplo o actual WEC, para quem vê uma corrida há mais interesse e dá mais “pica” ver a luta dos LMP2, do que pela liderança.
algumas coisas estão certas, outras não – o DTM acaba de perder a AUDI – assim este modelo de competição só com um construtor tb morreu.
Qual é o problema? Desde que tenha os melhores pilotos, o chassis único não me choca nada. Não sou adepto de equipas, apenas de pilotos.
Não percebo porque é que este comentario do Mario, tem sucessivas pontuações negativas. Ao contrario de outros, não ofende ninguem, e tem um conceito que pode ser discutivel, mas só é inaceitavel para maluquinhos que trouxeram a futebolite para aqui: nao gostam de corridas, só gostam que a sua equipa ganhe, seja como for. Qual seria o grande pecado do chassis unico? Restringia a liberdade e criatividade das equipas, nomeadamente construtores ? Estes não são tempos normais, não pode ser “mais do mesmo”, e seria decisivo em termos de custos. E as equipas e principalmente os contrutores podiam sempre fazer… Ler mais »
Os motores actuais são demasiado complexos e caros, sendo um grande entrave às equipas cliente quer à entrada de novos construtores (depois da Honda ninguém arrisca). O MGU-H deveria sair. Por outro lado estabilidade de regulamentos oferecem maior conforto a quem investe na F1. O problema é quando uma equipa consegue criar um gap demasiado grande, e as outras obviamente querem baralhar e dar de novo. No momento actual, mudar de regulamentos é impensável, pelos que os mesmos se deverão manter, afastando sangue novo mas podendo manter o actual.
Na minha opinião muito pEessoal não me agradava ver uma Fórmula 1 mono marca, mas à sempre soluções, como por exemplo ter um Chassis único, em que os engenheiros podessem alterar algumas parte da carroçaria, ter vários construtores de motores e a possibilidade de voltar a ter equipas privadas (que podem até ser as Super F2), com um orçamento de voltar um pouco no tempo tipo anos 80
Acho que teriamos competição por mais alguns anos.
Ora aí está! Vê a resposta ao Mario, e vê o que achas. Cumprimentos.