A época dos desportos motorizados de 2020 enfrenta uma perturbação sem precedentes devido à pandemia mundial. Desde que tudo isto começou, a meio de março, muitas foras as provas canceladas ou adiadas, começando logo pela Fórmula 1 em Melbourne. Ainda nesse fim de semana, o Rali do México ainda se realizou, mesmo sem o último dia, mas foi um dos poucos exemplos.
Em Portugal, os ralis de Vieira do Minho e Alcoutim já não se realizaram, na semana seguinte foi a vez do WEC com as 1000 Milhas de Sebring canceladas, o Rali Município de São Vicente – Clube Desportivo Nacional que devia abrir o Campeonato de Ralis da Madeira foi adiado, o MotoGP na Tailândia também, e ainda a Rampa da Arrábida, a Fórmula 1, Fórmula 2 e Fórmula 3 no Bahrein. Mais uma semana, mais adiamentos, o Azores Rallye, Rallye Vila Medieval de Ourém, Circuito Lousada I, a Baja TT do Pinhal. A Fórmula E já tinha suspenso a temporada, sendo que este fim de semana devíamos estar em Roma, se não fosse este maldito vírus. O MotoGP estaria nos EUA, no Circuito das Americas e em Portugal o CPK tinha a segunda prova com o Circuito de Viana.
A Sul, no campeonato de ralis, o Rali de Vila do Bispo, em Guimarães os bólides da Montanha estariam a subir a Penha em em Hanói no Vietname estaria a Fórmula 1 em grande estreia.
O mundo inteiro está à espera e atento para ver quanto tempo levará a controlar esta pandemia, mas pelo que se sabe neste momento, e mesmo mantendo-nos na Europa, pelo menos nos próximos dois meses deverá ser impossível regressarem as competições. Se as coisas correrem muito bem, em junho poderá haver um luz, sendo mais realistas, julho. Pessimistas, adeus, até 2021, sem nunca esquecer que este prazo será muito determinado pelo que estamos a fazer agora, mitigando os efeitos do vírus.











