A preocupação com as equipas mais pequenas da F1 começa a aumentar a cada dia. Christian Horner, chefe da Red Bull, também partilha da mesma preocupação.
Os bastidores da F1 começam a encher-se com relatos de preocupação quanto às estruturas mais pequenas que poderão não aguentar esta crise. Horner é uma das pessoas preocupadas:
“A F1 é um negócio muito forte e tem uma tradição enorme”, disse Horner à BBC. “A F1 sobreviverá a isso. Se todas as equipas irão sobreviver é outra questão, e é responsabilidade de todos os diretores de equipa é agir com interesses do desporto e de todos os seus participantes em mente e fazer o possível para garantir que todas as 10 equipas se mantenham.”
Comparando a situação com a crise global de crédito de 2008, Horner acrescentou: “A diferença em 2008 era que corríamos, ainda havia um calendário, havia ainda eventos. Podiamos ver a questão com mais clareza, enquanto aqui estamos mais cegos. Quando vamos começar a correr de novo? É um cenário diferente. 2008 teve pressões e as pessoas na sala naquele momento – Ron Dennis, Flavio Briatore e assim por diante – pensavam nos interesses do desporto e é crucial que o façamos coletivamente neste momento.”
“O mundo é um lugar diferente no momento. É claro que a receita é atingida com força. Ainda não sabemos o quanto atingirá a F1.”
“Todas as equipas têm reagido de forma responsável e coletiva. Obviamente, algumas equipas estão mais expostas do que outras, principalmente as pequenas, e é importante que tentemos ao máximo proteger a comunidade de F1 da melhor maneira possível.”













Os desportos milionários, atletas milionários, agentes milionários, direitos de tv milionários e preços ao cliente insultuosos. Chegou o fim disso tudo, vem aí uma crise económica sem precedentes, vamos querer investir o que temos nas coisas fundamentais, como pagar a casa, comida e água e luz. Eles vão ter de pagar menos, gastar menos e cobrar menos pelo produto e mesmo assim muitos clubes de futebol e equipas de F1, F2, F3 etc, vão desaparecer. Não se reparam que o país mais afectado vai ser os Estados Unidos, quem vai emprestar dinheiro a quem? Depois da 2ª guerra mundial houve… Ler mais »
Quais vacinas? Estava tentado a dar-lhe razão até essa parte.
No futuro haverá uma vacina, quando, sabe-se lá, visto que o tempo médio para uma entrar em circulação é de 12 a 18 meses…
Agora estou para ver é como vai ser para regular a venda dessa possível vacina… Porque já há muito cabrão a fazer o seu lobby para conseguir a patente ou acesso a grandes quantidades e com isso lucrar à grande com a miséria de milhões.
Quase que dá para ficar emocionado com esta repentina “preocupação” do Horner com as equipas mais pequenas…
Já sabemos qual é a vontade do Helmut Marko que é a de voltar a competir a qualquer custo, o Horner apenas é politicamente mais correcto mas a sua intenção é a mesma.
Cumprimentos
O Horner e o Marko são duas pessoas, como tal podem (e devem, neste caso) pensar de maneira diferente. Ele tem razão, quanto mais não seja porque as equipas pequenas ajudam a compor uma grelha já reduzida.
Tome lá uma prenda, sei que vai gostar:
https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/fernando-alonso-faz-doacao-de-300-mil-mascaras-para-luta-contra-coronavirus.ghtml
Não é nada que a mim me admire. Isso deve ser mostrado é para alguns que demonizam e falam do espanhol como se o conhecessem pessoalmente…
Cumprimentos
É natural a preocupação. Mas genuinamente parece-me que o problema é que se desaparecerem as equipas pequenas pode não haver quórum para fazer um campeonato. É que até algumas das “médias” podem ter problemas.
Então sentem-se à mesa e discutam possibilidades. Desde a distribuição dos lucros mais equilibrada, por exemplo, a redução de custos, ao congelamento do desenvolvimento, enfim, discutam e entendam-se.