Com mais 10 Kw no Attack Mode e maior exigência na gestão de energia, os pilotos esperam mais oportunidades para ultrapassagens. Se na época passada as corridas se transformaram em sprints a fundo até a bandeira de xadrez, este ano as coisas deverão ser diferentes: “Agora as corridas serão diferentes, muito mais eficientes em termos energéticos porque o diretor da corrida pode reduzir a quantidade de KWs de acordo com os Safety Car”, disse di Grassi “Portanto, as apostas na energia não serão como no ano passado. Já ninguém poderá ser salvo por um Safety Car e isso mudará a dinâmica da corrida. As ultrapassagens serão mais fáceis e também haverá menos diferença entre os carros”.
Isso levará a que a importância relativa da qualificação diminua, segundo afirmou Wehrlein: “Definitivamente haverá mais regeneração, mais “lift and coast” nesta temporada, o que acho que também será bom para carros e pilotos naturalmente eficientes. A qualificação será menos importante e o ênfase está agora em ter um pacote verdadeiramente eficiente.”








