Max Verstappen não se mostrou particularmente incomodado com a troca de colega. O piloto holandês da Red Bull encarou a troca com naturalidade e alguma frieza.
Em declarações ao De Telegraaf, Verstappen disse que não estava interessado na troca:
“Claro que é uma pena para o Pierre, mas eu pessoalmente não me importo muito com quem é meu companheiro de equipa. Precisamos ter um melhor desempenho com o outro carro e, assim, ganhar mais pontos para a equipa.”
Já o seu compatriota Geido Van der Garde, saiu em defesa de Gasly numa publicações nas redes sociais, com uma mensagem para o piloto francês, recordando os seus tempos na Caterham:
“Em 2013, os meus resultados a meio da época na Caterham não eram como eu esperava. Nem o que a equipa esperava. Era o meu primeiro ano na Fórmula 1 e percebi como tudo acontece num piscar de olhos. Uma corrida, um acidente, problemas mecânicos e, antes que desse por isso, estava sob um nível de pressão que nunca senti. “É apenas o primeiro ano, mantém a calma, já mostraste o que vales no GP2, a sorte vai voltar” era o que eu dizia a mim mesmo. Então o telefone tocou. Era o chefe da minha equipa, com quem eu sempre tive um bom relacionamento. “Escuta, companheiro, se fizeres asneira na próxima corrida, estás fora.” Silêncio. Fim da conversa.”
“Não entrei em pânico, mas transformei a pressão em motivação. A corrida seguinte foi em Spa, fui à Q2, e fui novamente abraçado pelo chefe da equipa. Isto também é F1. Resumindo; Lamento a situação do Pierre. Mas nunca desistas, reconquista a tua confiança e o ritmo que tinhas no ano passado e tenho certeza que irás provar que todos estão errados.”











