A Red Bull e a Renault conquistaram quatro títulos consecutivos, entre 2010 e 2013.
No entanto, a relação foi decaindo devido à entrada da Renault na era turbo-híbrida V6. Assim, a parceria Red Bull/Renault acabou em 2018, e em 2019 a Red Bull juntou-se à Honda.
Para juntar mais controvérsia, A Renault foi publicamente criticada pela Red Bull a partir de 2015.
Cyril Abiteboul admitiu que a Renault perdeu um pouco do ímpeto e da visão do que era preciso fazer para a regulamentação de 2014, logo após o sucesso com a Red Bull: “A comunicação faz parte deste mundo, faz parte da Fórmula 1, faz parte da sua estratégia e das suas táticas. Li que o Max [Verstappen] está feliz por ter uma penalidade no motor, isso é incrível!”
“Mas pronto, faz parte do jogo. Uma coisa que eu concordo com o Christian Horner é que o nosso motor não estava no nível exigido em 2014 e 2015. A Red Bull é o que é hoje graças, também, à Renault.”
Christian Horner concordou que a Renault fracassou em melhorar os motores nesta nova era da Fórmula 1: “Tivemos várias conversas, estivemos em Paris, conversamos com Carlos Ghosn [então CEO da Renault] e apresentámos as nossas preocupações. Em 2015, quando o motor era indiscutivelmente pior do que era em 2014, a frustração ferveu a ponto de ser assim. Nessa altura, sentiu-se que talvez a Renault não pudesse suportar o embaraço destes motores não serem competitivos, não serem fiáveis e não cumprirem. Infelizmente, não funcionou.”









