Robert Kubica voltou à Fórmula 1 em 2019, para correr com a Williams.
Será que estar a lutar no fim da tabela, a cerca de 2 segundos do segundo carro mais lento valeu a pena para o piloto polaco? Pior que isso, a equipa não parece conseguir resolver nada, tem havido poucos progressos e talvez o sonho de regresso esteja a tornar-se num pesadelo:
“Por qualquer razão, desde que conduzi os carros da nova geração, tive de trabalhar no meu ritmo de uma volta, mas nas simulações de corrida fui sempre muito bom. Desde que conduzi este carro [Williams], o ritmo não está lá, a sensação é muito pior do que alguma vez tive. Não tenho aderência. Nem posso fazer o que o George [Russell] faz, é muito estranho. Eu tentei mesmo tudo…”
Com estas afirmações sé se consegue tirar uma conclusão: o equipamento de Kubica é diferente do equipamento de George Russell. Também sabemos, por Kubica, que até as peças sobresselentes são escassas.












