Paulo Neto e Vítor Oliveira tiveram um rali muito complicado, sempre a lutar com um problema no carro que inicialmente não detetaram.
Foram perdendo tempo para os dois da frente, e no final do primeiro dia já estavam a 29.1s do líder.
Ainda não era irrecuperável, mas sem conseguirem detetar o problema o atraso foi-se acumulando até que na primeira passagem pela Tronqueira o autoblocante cedeu de vez, e a partir daí com um atraso de mais de dois minutos, só lhes restava levar o carro até ao fim:
“Foi um rali de muito sacrifício para nós, tivemos muito problemas. No último dia ainda tentámos atacar, conseguimos ganhar 20 segundos nos Graminhais, mas na Tronqueira o autoblocante partiu, e não houve mais nada a fazer. Aproveita-se o terceiro lugar, mas fica um bocado de sabor amargo…”










