Tal como refere nas suas declarações, Pedro Antunes lutou pelo triunfo no ERC3, mas as duas ligeiras saídas de estrada – os tais erros que refere – foram determinantes para que tivesse chegado apenas em quarto do ERC3. Como já se percebeu, tem andamento para as lutas que tem pela frente, mas depois de correr nas duas rodas motrizes em Portugal em que este tipo de pressão é pequeno e por vezes quase inexistente, no ERC, é constante e é a andar a esse nível que os erros sucedem. Capacidade não lhe falta, falta só mesmo esse equilíbrio entre andar num ritmo alto e não ter percalços. Quanto à rapidez, não é problema, como se percebeu nos Açores. Venham as Canárias…












