Hugo Lopes e Nuno Ribeiro foram os primeiros líderes das duas rodas motrizes ‘nacionais’, chegaram a ter 25.5s de avanço para Gil Antunes e Diogo correia, mas depois um primeiro contratempo, uma ligeira saída de estrada, na primeira passagem pelas Sete Cidades, fê-los descer ao segundo lugar, a 3.3s dos novos líderes.
A partir daí deram muita luta, ainda regressaram ao comando das duas rodas motrizes, com 1.7s de avanço para Gil Antunes, mas a maior experiência dos homens do Renault colocaram-nos novamente na frente, na segunda passagem pelas Sete Cidades, sendo que foi a partir daí que o piloto do Peugeot 208 R2 foi cedendo tempo.
Com as condições dos troços no dia decisivo, Hugo Lopes e Nuno Ribeiro decidiram não arriscar, preferindo assegurar o positivo segundo lugar, pois com o melhor conhecimento dos troços por parte de Gil Antunes, o risco era demasiado para ser corrido: “Foi positivo, queríamos vencer, mas não conseguimos. Este último dia foi difícil, o Gil esteve bem nessas condições e nós preferimos não arriscar. Os riscos que teríamos de correr eram grandes, pois para nós foi a primeira vez nos Açores”









