Alfa Romeo Giulietta 1.6 JTDM-2 Sport TCT
Texto: José Manuel Costa
O canto do cisne
Aproxima-se, a passos largos, o fim desta geração do Giulietta que nasceu em 2010 e que se manteve, mais ou menos, inalterada até aos nossos dias. Conseguiu ser o segundo classificado no Carro do Ano europeu de 2011 e a Alfa Romeo já vendeu mais de 400 mil unidades de um carro com um estilo intemporal e que, apesar da idade, manteve o estatuto de Alfa Romeo mais vendido até o ano passado, ultrapassado pelo excelente Stelvio. Mesmo assim, ainda vende mais que o Giulia e nos dois primeiros meses de 2019, já comercializou quase duas mil unidades. Recordo que quando a marca italiana lançou o Giulietta, uma das frases era “Sem coração, seríamos meras máquinas” e o modelo compacto da Alfa Romeo tem um belo coração e um belo aspeto, mas o tempo avança inexoravelmente e a erosão já se faz sentir num carro feito em outra época – conheceu mudamças em 2014 e depois em 2016 – e que fica, já, demasiado longe dos excelentes produtos que a casa italiana faz, nomeadamente, o Giulia e o Stelvio. É o canto do cisne de um produto tipicamente Alfa Romeo.
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