Um dos grandes focos das novas regulamentações que serão introduzidas em 2021 é a capacidade dos carros poderem lutar de forma mais próxima entre si. O novo conceito estudado pelos responsáveis da F1 apresenta números entusiasmantes
Ross Brawn explicou que os carros actuais apresentam uma perda quase dramática de apoio aerodinâmico, quando em perseguição a outro carro, mas que a nova geração de carro, que agora está a ser desenvolvida irá tentar resolver esse problema:
“Já vemos uma diferença enorme “, disse ele. “Com os carros actuais, quando em perseguição, perde-se 50 por cento em performance. O carro que estamos a desenvolver agora, perde 10% do desempenho. É uma grande melhoria em relação à realidade actual.”
Nikolas Tombazis, responsável FIA pelos monolugares, estima uma perda actual menos dramática (cerca de menos 33% de performance) nos carros que agora estão em pista, mas defende que a solução não deve passar pela remoção do apoio aerodinâmico dos carro no futuro. Essa seria uma solução demasiado simplista e que iria contra a filosofia da F1, que apesar de tudo, deve ter sempre os carros mais rápidos do mundo:
“O que precisamos é que o apoio aerodinâmico seja entregue de forma a que os carros possam competir entre si. As ultrapassagens podem ser usadas como medida de sucesso, mas na verdade corridas renhidas e a capacidade dos carros em correrem uns atrás dos outros ou lado a lado e atacarem é o que todos querem [mesmo se tal não resultar numa ultrapassagem]”










