Apesar do crescente interesse na F1 graças ao “efeito Verstappen”, o governo holandês resolveu não ajudar financeiramente uma possível organização da prova.
Com Zandvoort e Assen como possíveis palcos, ambas as estruturas pediram ao governo fundos (5 milhões de euros), algo que foi negado. Apesar de reconhecer o interesse cada vez maior da F1 no país, o ministro do desporto acredita que o investimento não seria justificável aos olhos dos contribuintes.
O argumento do ministro Bruno Bruins continua, afirmando que outros desportos conseguem subsistir sem apoios do estado e que a F1 não se enquadra na politica de incentivo às actividades físicas, especialmente para as crianças.
Assim, os promotores da prova holandesa não contarão com o governo para trazer a de volta a F1, que tem subido exponencialmente de popularidade graças a Max Verstappen. O jovem prodígio tem arrastado um mar laranja pela pistas europeias e a F1 quer aproveitar esse entusiasmo. Assen e Zandvoort são as hipóteses para já, sendo que Assen já recebeu a visita de Charlie Whiting, diretor de prova da F1 e surgiram rumores que a Liberty convidou Zandvoort a fazer uma proposta para receberem o GP em 2020.









