Tudo parecia alinhar-se para o regresso da Ferrari às vitórias no Mundial de Pilotos e de Construtores, com um SF71H de excelente qualidade mal saiu da fábrica com controlo absoluto dos pneus. A equipa não parou de desenvolver o chassis, introduzindo a cada corrida novidades nos espalhos, nos flancos, na asa da frente, na asa traseira, enfim, tudo foi sendo evoluído.
Ainda assim, os erros da equipa e de Vettel foram atrasando a Ferrari que, depois, exagerou no desenvolvimento do carro, tendo Matia Binotto assumido que a equipa tinha exagerado e fez as evoluções recuarem até á definição da Bélgica. O carro recuperou andamento, a Ferrari voltou a controlar o desempenho dos pneus Pirelli, mas já era tarde e a Mercedes estava a par com os italianos.
Ainda foram experimentadas mais evoluções, mas o SF71H venceu nos EUA com Raikkonen e não regressaria às vitórias até final da temporada. Assinalar que a Ferrari pontuou em todas as corridas, tendo obtido seis vitórias (cinco para Vettel e uma para Raikkonen). Claramente, foram Sebastian Vettel e os seus erros que impediram a Ferrari de levar as lutas mais longe, ainda que as coisas boas também se tenham de ligar a Vettel, pelo menos a maioria.
Foi o “castigo” para os demasiados erros que Vettel cometeu durante 2018. Teve, que teve durante grande parte da temporada, melhor carro que Lewis Hamilton.












