Sebastian Vettel tem tido algumas desilusões no passado recente, ao ponto de lhe perguntarem se não estará a precisar de um psicólogo. Claro que não é propriamente de psicólogo que, quem lhe perguntou, queria dizer, mas sim um ‘mental coach’, que hoje em dia é muito utilizado na alta competição.
Provavelmente, o melhor exemplo para os portugueses, é o que traz melhores recordações a quem gosta é o nome de Susana Torres, que foi ‘mental coach’ do Éder, jogar que marcou o golo que deu o título Europeu de Futebol a Portugal em 2016. Susana Torres revelou um dia em entrevista que ajudava o Éder a lidar com a “a adversidade, frustração, desmotivação, ausência de resultados, e como ele se consegue manter firme naquilo em que acredita e nos seus objetivos”.
Basicamente, algo que dava jeito a Vettel hoje, mas pelos vistos o alemão desvaloriza, dizendo mesmo que não tem problemas com a pressão: “É claro que eu sofro pressão, mas ela vem de mim mesmo, a maioria do tempo. No meu tempo livre, eu não leio quase nada sobre a F1, vejo principalmente futebol, e por isso não deixo as críticas públicas afetarem-me. Normalmente nunca somos tão maus ou tão bons quanto as pessoas dizem”.
De seguida, ’desviou-se’ da sugestão que possa precisar de um psicólogo: “Acho isso bastante interessante, mas ainda não conheci a pessoa que me possa ajudar. Olhei para isso, não posso dizer que seja um tópico que ignorei, mas até aqui desenvolvi outras coisas que funcionam para mim. Para mim é simples, o caminho ainda é longo, restam muitos pontos em jogo, um dos pontos fortes do nosso carro é que funciona bem em todas as pistas, portanto não há razão para temer o que aí vem. Vou continuar a lutar”, disse Vettel ao Kleine Zeitung.










