Com a Red Bull um pouco mais atrás prosseguem na Bélgica a luta entre a Ferrari e a Mercedes, equipa que venceu as últimas três edições do Grande Prémio da Bélgica de F1. Será que terá ritmo para manter essa sequência? Apesar de ser a pista que ‘dá’ pontos, ao ‘lado’ a corrida do desenvolvimento entre a Ferrari e a Mercedes não é menor e tanto uma quanto outra têm trazido novas peças a grande ritmo durante a temporada. E este fim de semana não é diferente.
Lewis Hamilton e Valtteri Bottas ambos têm uma nova especificação de motor na traseira do seu Mercedes, mas foi a Ferrari que liderou as duas sessões de treinos de sexta-feira, com Vettel no topo no primeiro treino livre e a Raikkonen a fazer o mesmo no segundo.
A dupla da Ferrari tem vindo a ser impulsionada por um motor Ferrari atualizado, já no Canadá, e isso deu-lhes um grande impulso, e colocou-os no mesmo patamar, ou possivelmente à frente da Mercedes.
Sendo verdade que Kimi Raikkonen já não vence com a Ferrari há muito tempo, o finlandês pode ter uma forte palavra a dizer este fim de semana pois adora esta pista e tem andado bem em Spa, onde já venceu quatro vezes, um recorde que mantém com Jim Clark: “Eu gosto muito deste circuito, é fluido e estes carros são muito bons aqui, portanto é bom”, disse o finlandês depois do segundo treino livre.
Logicamente que Vettel e a Mercedes terão algo a dizer sobre isso, pois se analisarmos a melhor volta das duas sessões, considerando só os pneus super macios, o melhor registo é o de Kimi Raikkonen, 0.168s melhor que Lewis Hamilton. A red Bull está mais longe, pois Max Verstappen colocou o seu monolugar a 0.691s. A Force India (Sergio Perez), a 1.307s, Renault (Carlos Sainz), a 2.126s, Sauber (Marcus Ericsson), 2.182s, Haas (Romain Grosjean), 2.462s, Toro Rosso (Pierre Gasly), 2,725s, McLaren (Fernando Alonso), 2.798s e finalmente Williams (Sergey Sirotkin), 3.096s. Dá para ter uma boa ideia da correlação de forças em Spa.











