A Netflix e a Fórmula 1 anunciaram que, no início de 2019, será lançado um documentário de 10 episódios sobre a temporada de 2018. A produtora responsável vai ser a Box-to-Box Films, que tem acesso total da Liberty Media ao paddock da F1, equipas e pilotos. Um dos responsáveis por trás do documentário é o produtor executivo James Gay Rees, que também foi responsável pelo aclamado Senna e pelo vencedor do Oscar, Amy.
O líder da McLaren, Zak Brown, que autorizou uma série da equipa na Amazon, disse que o acordo com o Netflix é positivo para a Fórmula 1.
“São boas notícias. A nossa série no Amazon Prime teve muitas visualizações, mesmo de pessoas que não acompanham a Fórmula 1. A série do Netflix será um mergulho profundo na F1, ao contrário de uma equipa apenas. Acho que algumas equipas darão mais acesso do que outras, por sua escolha. As pessoas que normalmente não seriam expostas a isso, vão-se fascinar com isso. E, com sorte, isso levar-nos-á a mais espectadores”, comentou Brown.
Sean Bratches, diretor comercial da F1, também comentou o acordo: “A F1 é um desporto global, que estamos ativamente a reposicionar agora, indo de uma empresa de automobilismo para uma marca de media e entretenimento. O acordo com o Netflix serve para narrar a fascinante história do que acontece nos bastidores durante uma temporada. Esta é uma perspectiva da F1 que ainda não foi revelada aos fãs de todo o mundo. Esta série irá desencadear um ponto de vista do desporto que irá deliciar os fãs e servir como um catalisador para atrair novos fãs”.








