Laurent Mekies é mais um nome que larga as suas funções na FIA para se juntar a uma equipa de F1. O francês de 40 anos está desde 2014 na FIA, tendo sido responsável pela parte médica e da segurança em todos os campeonatos FIA, estando também envolvido nas homologações e no departamento de R&D. No ano passado foi nomeado director de corrida adjunto, tornando-se no braço direito de Charlie Whiting , que tinha ficado sem Herbie Blash.
Mekies vai ter de esperar antes de se juntar à Scuderia, onde trabalhará sob a supervisão de Mattia Binotto, não se sabendo ainda ao certo qual o cargo que ocupará. A data do seu ingresso na equipa está agendada para Setembro. Até lá, irá manter as suas funções como responsável FIA pela segurança, ficando afastado dos cargos relacionados com a F1.
Este é o segundo caso de uma saída da FIA para uma equipa de F1. O caso Marcin Budkowski, que era membro do departamento técnico da FIA, com acesso a dados secretos de todas as equipas, foi contratado pela Renault, o que levou as restantes equipas a criticarem tanto a FIA como a equipa francesa. Para resolver a situação, a Renault resolveu propor um período de nojo de 6 meses, em vez dos 3 meses regulamentares.











Antes que comecem as piadinhas, “nojo” é também sinónimo de luto (neste caso, de retiro).
Quanto ao Laurent Mekies, se uma contratação como estas acontecesse no meio financeiro a Ferrari seria acusada de “insider trading”.
Acho que ninguém por aqui sabia essa do “nojo” mas a malta agradece na mesma ao Prof. Pardal!
Cumprimentos
A Ferrari pode ser a marca que há mais anos anda na F1, mas a maneira deles estarem no desporto é única.
Falta-lhes classe,que é uma coisa que o dinheiro não compra.
É que há muitas maneiras de ganhar e nem todas valem o mesmo.
Mas para o grande publico isso pouco conta obviamente.
Se fosse a Mercedes ninguém dizia nada!