Toto Wolff, responsável da Mercedes, acredita que a sua equipa é forte o suficiente para lidar com qualquer possível saída de membros de destaque do corpo técnico. Na época passada, Paddy Lowe deixou o posto de diretor técnico da Mercedes para se juntar à Williams, mas a Mercedes, ainda assim, conseguiu vencer o quarto título consecutivo de forma dupla (ou seja, pilotos e construtores), com James Allison a integrar uma equipa que tem Aldo Costa, Geoff Willis, Mark Ellis e John Owen, além de Andy Cowell, que segue na chefia do departamento de motores.
“Numa equipa de F1, devido às regras estarem sempre a mudar e aos desafios que enfrentas, não há uma estrutura estática. É dinâmica. Não consegues manter uma organização só porque ela tem sucesso. É preciso olhar para a próxima geração de líderes e adaptar a novos desafios. Esta organização não depende de um único indivíduo: do Paddy, do James, do Andy, de mim, ninguém. Temos uma base forte de pessoas que fazem um trabalho tremendo, que merece muito mais visibilidade externa e reconhecimento pelo incrível trabalho que fazem. Como tal, posso dizer que, quando alguém do alto corpo técnico deixa a equipa, isso não afeta a organização, já que a base é muito forte”, disse Wolff.









