Carlos Sainz corre no Dakar pela 11ª vez, e apesar de na última edição não ter conseguido terminar a corrida, volta a estar entre os favoritos, embora toda a gente acredite que Peterhansel e Loeb serão os pontas de lança da Peugeot. Mas também o eram no Rali Rota da Seda, onde não esteve Sainz, e quem venceu foi Cyril Després, pelo que como se sabe, tudo pode acontecer e ter quatro carros e quatro bons pilotos é melhor que ter só dois.
‘El Matador’ venceu a edição de 2010 e tem como objetivo chegar a Córdoba na frente. Mas não será fácil, pois os anos já pesam: “Este ano, tentámos preparar o Dakar o melhor possível com a equipa, de forma semelhante ao ano passado. Participei do Rali de Marrocos e fizemos muitos testes para ir nas melhores condições possíveis. Este será um Dakar muito diferente dos anteriores, com muita areia. A partida do Perú marcará muito o início da corrida. Sinto-me particularmente bem nesta fase que antecede o início deste Dakar. Preparei-me como habitualmente, intensificando a preparação física à medida que o rali se aproximava. É o nosso último Dakar com a Peugeot e tenho todas as intenções de ser bem-sucedido. A equipa trabalhou arduamente no desenvolvimento deste novo Peugeot 3008 DKR Maxi que representa um passo em frente. Entre todos os Dakar disputados na América do Sul, penso que esta edição é a que totaliza mais quilómetros nas dunas. A navegação será uma questão delicada, com muitas possibilidades para saídas de pista. Começar com dunas logo no início da prova vai tornar este Dakar muito interessante. Nestas condições, as características do Peugeot 3008 DKR Maxi deverão jogar a nosso favor. Contudo, as evoluções no regulamento técnico não nos são favoráveis. Temos mesmo de ter isso em conta.”












