Haas fecha a porta a Giovinazzi e à Ferrari
Gene Haas não quer que a sua equipa sirva de trampolim para que as maiores, neste caso a Ferrari, preparem pilotos para eventualmente os ter na Scuderia no futuro. Tal como a Red Bull sempre teve assumidamente com a Toro Rosso, e com a Mercedes a colocar aqui e ali os seus jovens pilotos, Sauber (Wehrlein) e Force India (Ocon) a Haas não parece muito interessada em servir de trampolim.
Desde julho, que o piloto júnior da Ferrari surgiu no cockpit dos Haas nas manhãs de sexta-feira, mas em declarações ao jornal Ekstra Bladet, Gunther Steiner, acha que “isso não ajudou os nossos pilotos. Não posso dizer quão negativo foi, mas não foi positivo. Veremos o que vamos fazer no próximo ano”, disse o líder da equipa no terreno.
Giovinazzi foi deixado de lado na corrida à Sauber para 2018, mas também não vai ter muita sorte na Haas: “Eles perguntaram”, disse Steiner, “mas se não perguntarem, nunca teriam o que querem. Mas não nos pressionaram. Rapidamente esclarecemos que temos dois pilotos confirmados para o próximo ano. Foi bastante claro”. “Nós entendemos o seu desejo de correr, mas neste momento não há lugares disponíveis”, disse o presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, à Autosprint da Itália, deixando claro que o futuro de Giovinazzi na F1 não avançará em 2018…
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Paulo Teixeira
6 Dezembro, 2017 at 14:35
Mais uma razão para existirem motores de clientes que não sejam de construtores com equipas.
rodríguezbrm
6 Dezembro, 2017 at 14:42
Convém também lembrar as manobras sujas deste Steiner para com o Giovinazzi, ao cancelar sem motivo uma FP1 acordada e adiar outra invocando condições meteorológicas que o iriam penalizar, “previsões”completamente falhadas.
Mas cada um tem o que merece. No caso da Haas, o Magnussen e sobretudo o Grosjean que ainda os vai levar à ruína( faz lembrar os stroll). E no artigo fala-se em fechar a porta, provavelmente será mais bater com a porta na cara, o que significará o contrato de fornecimento de motores redimensionado, acabaram-se os privilégios da Haas por ordem directa do marchionne.
Quem se lixa é o piloto, ficou a ideia que perdeu o confronto com o leclerc mas aqui houve muito jogo subterrâneo com os do costume a vencerem, neste caso o(s) Todt (s), o seu manager. Eles e o Wolff é que são os donos da F1 actualmente
Cágado1
6 Dezembro, 2017 at 15:47
Estou convencido que em menos de meia temporada o Giovinazzi batia o Magnusen.
Frenando_Afondo™
6 Dezembro, 2017 at 17:53
Bem, o acordo com a Haas agora é diferente, já não são uma equipa B, mas sim uma equipa cliente que usa componentes Ferrari. Logo podem fazer o que bem entendem.
Continuem lá com o queixinhas do Grojean. Um piloto que não é capaz de pedir desculpa e assumir os erros, até quando se despista por culpa própria, por perder a traseira do carro, diz que lhe tocaram ou que “what the hel was disssss!?! oooooooooooh!!!”.
Já o outro do alinhamento deles começa a ser conhecido como um dos pilotos menos desportistas, que abusa das manobras “porcas” para não ser ultrapassado. Depois admiram-se que não amealhem pontos.