F1: Jean Todt não quer perder a Ferrari

Por a 27 Novembro 2017 12:38

A Ferrari ameaçou sair da Fórmula 1 caso o regulamento dos motores a partir de 2021 fosse o apresentado. Jean Todt, presidente da FIA assume que o cenário o preocupa, mas que cabe a cada equipa decidir o seu futuro.

“Estou preocupado por pensar que a Ferrari ou a Mercedes possam sair, mas é uma escolha deles. O que é certo é que não queremos ninguém a sair, mas claro, que a Ferrari é uma marca icónica. Eles fazem parte da F1 desde o seu início, é por isso que não os quero ver sair. Não estou certo que sair da F1 seja o melhor para a Ferrari, seria doloroso também para eles não estarem aqui. Mas não seria minha responsabilidade”, disse Todt.

O presidente da FIA revelou ainda que, quando chegou à liderança do organismo que tutela o desporto motorizado mundial, questionou as equipas se queriam que a FIA mantivesse as regalias financeiras que tem para com a Ferrari, ficando surpreendido com a resposta.

“Perguntei às equipas o que queriam fazer em relação a estes apoios e surpreendentemente todas concordaram em manter os apoios. Tinha de pedir a opinião deles sobre isto e, se eles quiserem discutir o assunto no futuro, estarei cá para os ouvir”, comentou.

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9 comentários

  1. ro19071725

    27 Novembro, 2017 at 13:36

    A Ferrari a sair a F1 é que fica a perder, garantidamente.

    • Sr. Dr. HHister

      27 Novembro, 2017 at 15:16

      LOOOOOOOOOOOOOOOOOL.

      Se a Ferrari sair da F1 desaparece! Já reparou que das marcas de topo é a que menos evolução tecnológica tem tido? E agora há uma marca chamada Tesla. A Ferrari sem F1 já era. Vocês andam muito enganados do real valor da Ferrari no mercado. E mais a mais colocaram-se numa situação óptima para serem comidos nas negociações. Não se fazem ultimatos que não se podem cumprir. Anda tudo a delirar pelos lados de Maranello! Se a Ferrari sair da F1 o que fica a ganhar é o desporto.

      • [email protected]

        27 Novembro, 2017 at 16:15

        Ando a dizer o mesmo desde o início desta história: quem perde mais com a saída da Ferrari da F1? A marca ou a competição? Marcas há muitas, já F1 só há esta … E os americanos, como já disse noutros posts e repito agora neste, estão-se pouco lixando para a marca ou o valor da mesma. A eles interessa-lhes o negócio, os milhões que gera e o espectáculo para o público. Isso ser feito com a Ferrari ou com a AUDI, para eles é igual ao litro. De uma maneira mais radical, o estilo é: ou baixas as orelhas e cumpres o que te mandam ou podes seguir a tua vida lá longe.

    • Frenando_Afondo™

      27 Novembro, 2017 at 17:08

      Ficam as duas, mas enquanto que a F1 se renova com outras equipas, a Ferrari vai desaparecendo, porque foi na F1 que nasceu, foi na F1 que fez o seu nome e fama, e é na F1 que continua a angariar grande parte dos clientes para os seus carros, porque têm o DNA da F1.

      Já muitas equipas icónicas saíram e a F1 não desapareceu. A única diferença entre essas e a Ferrari é que a Ferrari ainda lá está.

      Porque sabe, isto de ameaçar sair tem sempre dois gumes, não se pode andar a dizer que a F1 vai perder imenso se a Ferrari sair, quando o mesmo vai acontecer à Ferrari se esta sair…

      Ah, e não se esqueça que a Ferrari ganha uma boa soma dos direitos televisivos e tem poder de veto, tudo isso pela sua senioridade… Se sair, essa soma de dinheiro vai pela janela. E hoje em dia dói deitar tanto dinheiro fora. 😉

  2. so23101706

    27 Novembro, 2017 at 15:18

    Que notícias tão irrelevantes. Nós queremos é saber do corpo jovem do Fernando Alonso. Vá lá, googlem mais um bocadinho.

    • O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

      27 Novembro, 2017 at 17:57

      México = festa RIJA!
      Já percebeste o trocadilho?
      Cumpr(i)mentos

  3. rodríguezbrm

    27 Novembro, 2017 at 16:07

    Os ferraristas dizem que a Ferrari significa 40% do valor da marca F1, 50% das razões porque os sponsors pagam para lá estar, mesmo os das outras equipas, e ainda 60% das razões porque têm espectadores. E ainda que não precisa da F1 para nada. Não precisa para a marca ser conhecida. Não precisa para vender. Não precisa para acrescentar valor, pois na 2ª feira pós- Singapura os títulos valorizaram. Os outros é que precisam dela. Quanto tempo duraria a Mercedes ou a Honda na F1 sem a Ferrari, pergunta repetida. No dia em que a Ferrari sair, é que haverá respostas para tudo. O Marchionne é tudo menos sentimental, não tem pruridos em avançar contra tudo e todos,mas daí até sair da F1…

    • Frenando_Afondo™

      27 Novembro, 2017 at 17:19

      O Marchionne é apenas o Patrão da Ferrari. Ora o patrão responde perante umas pessoas chamadas “accionistas” que são quem realmente manda na marca, porque são eles que metem lá o dinheiro. Se eles virem que a saída da Ferrari da F1 vai significar um rombo nas vendas, patrocínios e outros que tais, o Marchionne não tem mais que meter o rabo entre as pernas e continuar. A menos que o Marchionne seja accionista maioritário… Que dúvido.

      Porque muitos falam somente da questão de “a Ferrari sai e a F1 perde”, e não falam o que perde a Ferrari. Porque vejamos somente a questão dos patrocínios… A ferrari cobra bem caro pelo espaço no seu monolugar, todos sabem o que a Marlboro paga ainda hoje só para ter aquele logo da Ferrari mascarado de tabaco. Fora os outros que lá metem o dinheiro para que todos os fim de semana surjam associados à marca italiana. Ora se eles saírem… Os patrocinadores não vão querer lá continuar, visto que o espaço de publicidade da F1 vai de vela.
      Depois temos os prémios pela classificação no campeonato, que também não é nada pouco, tendo em conta que ganha mais uma percentagem extra pela senioridade e pelos direitos televisivos.
      Por isso podem ameaçar tudo o que queiram, a menos que tenham uma máquina de fazer dinheiro como a Red Bull, vão ter de continuar, porque eles ganham mesmo muito só da F1… O que lhes dói é a Liberty querer cortar nesses ganhos para igualar as equipas.

      Depois disto tudo temos a questão do que é a Ferrari, é uma marca nascida e criada na F1, eles vivem da F1, dos resultados da F1, os monolugares gabam-se de ter tecnologia de F1 para a estrada, toda a sua operação é à volta do que fizeram na F1. Quando saírem da F1, dúvido que um Ferrari evoque um mesmo sentimento (os novos, claro, os antigos sempre serão clássicos e associados à época em que saíram, esses não perdem valor).

  4. Frenando_Afondo™

    27 Novembro, 2017 at 17:06

    Awwwwww tão fofo. Isto é para casar.

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