Para o Grande Prémio de Itália as expetativas de Kevin Magnussen são de que possa pontuar, ainda que a Haas não tenha podido rodar muito. Daí que preveja que talvez o VR-17 possa não ser muito rápido naquela que é considerada a ‘Catedral da Velocidade’. O maior problema para o dinamarquês são as longas retas, onde receia que talvez o Haas não tenha velocidade de ponta suficiente, ainda que haja alguns pontos de ultrapassagem onde o ‘cone de ar’ possa proporcionar oportunidades para subir na classificação e obter um bom resultado.
“Será divertido, como o têm sido todas as pistas em que temos estado com estes carros novos. São mais divertidos e mais desafiadores. Monza é talvez uma das pistas onde não temos sido muito rápidos. Estes novos carros são fortes nas curvas mas não tanto nas retas. Há oportunidades de ultrapassagens em quase todos os sítios. Monza é provavelmente a melhor pista para ultrapassar de todo o campeonato. É sempre excitante correr ali. . Monza é como qualquer pista em que o equilíbrio do carro é importante para fazer uma boa volta”, afirma Magnussen, para quem o ponto favorito do circuito é a Variante Ascari,
A pista transalpina também é vista pelo dinamarquês como um local marcante para a história da F1, e onde qualquer piloto sente imenso respeito, ainda não inveje os pilotos que noutras épocas ali correram, por causa da segurança: “Monza tem a ver com a atmosfera. Tem a ver com a história e os fãs italianos, que são extremamente apaixonados. É sempre uma experiência fantástica correr ali. Já fiz esta pista inúmeras vezes. É uma loucura pensar que noutros tempos (1950 e 1960) corrida em tais tipos de pista (anel de velocidade). Prefiro correr a gora. Posso dizer isso porque já guiei um carro dessas eras, embora considere que também havia coisas interessantes que não temos hoje”.










