Toto Wolff não quis assumir o favoritismo em Spa, apesar das características semelhantes a Silverstone, onde a Mercedes dominou. Na Bélgica, Lewis Hamilton venceu, mas Sebastian Vettel conseguiu ficar à frente de Valtteri Bottas, tendo conseguido lutar com o britânico depois do Safety Car.
O piloto alemão mostrou-se satisfeito com a evolução em relação a Silverstone e diz que não vão existir mais circuitos complicados para a Ferrari.: “É positivo termos tido um ritmo de corrida muito bom. No geral, o monolugar esteve muito bem. Nós não mudamos muito em comparação a Silverstone, o que mostra, por um lado, que Silverstone foi apenas um fim de semana mau, mas melhoramos também o monolugar, especialmente no ritmo da corrida. Quero dizer, nós estávamos, em média, um segundo atrás, ou quase um segundo em Silverstone, por isso, é um grande passo em frente. Estou muito, muito feliz. Eu acho que estamos no caminho certo e penso que não existe nenhum circuito que devamos temer, a partir de agora”.











Esse argumento estaria certo se a Ferrari desenvolvesse o carro…e a Mercedes ficasse a dormir! O que não é o caso! Evoluir vão evoluir todos, até porque na F1 parar é morrer. A Ferrari tem uma vantagem desde o principio do ano: é o monolugar que no geral melhor trata os pneus.O Mercedes é mais complicado de aerodinâmica e enorme entre eixos. O Ferrari é menos comprido e mais simples se é que essa expressão se pode usar na F1. Era bom que a coisa se decidisse pelo braço dos 2 pilotos. O talento entenda-se e penalizações e afins não… Ler mais »
“Ganha o Lewis porque é mais dotado que o Vettel, quanto a mim”…como queres comparar dois Pilotos de carros diferentes? O Button, um Piloto muito subvalorizado por certos comentadores por aqui, teve alturas em que bateu claramente o Lewis e o Alonso, ambos tidos como “superiores” a ele.
Até concordo com o geral do texto mas essa de a ferrari tratar bem os pneus tem que ser revista…É por ter um maior apoio aerodinâmico que os esforça mais, daí o aquecimento mais rápido e o maior desgaste que se tem visto.
Mas esse apoio aerodinâmico também ajuda os pneus a chegar à sua temperatura ideal mais depressa. E não vejo onde o Ferrari gasta os pneus mais depressa, toda a corrida conseguiu manter-se a par de um monolugar estando a 1 ou 2 segs atrás, constantemente a levar com ar “sujo” que não beneficia nem a aerodinâmica, nem os pneus, nem o motor.