Sam Bird repetiu a vitória de ontem na segunda corrida em Nova Iorque da Fórmula E. O piloto da DS Virgin arrancou de primeiro, mas perdeu o primeiro lugar logo na primeira curva, que recuperou apenas na 10ª volta, mantendo depois a posição até à confirmação da vitória.
António Félix da Costa arrancou de 16º e chegou a rodar no oitavo lugar, estando envolvido numa grande luta com os dois pilotos da Faraday Future Dragon Racing, tendo acabado por se envolver com Loic Duval, na volta 33, que lhe valeu uma penalização (drive trough) e o atirou para o 15º lugar final.
A fechar o pódio ficaram os dois pilotos da Mahindra. Felix Rosenqvist foi segundo e Nick Heidfeld terceiro, tendo sido quase atingido por Pierre Gasly na última curva. O piloto da Renault bateu a fazer a última curva e terminou já com a suspensão esquerda dianteira partida, garantindo o quarto lugar.
Lucas di Graasi foi quinto e reduziu a sua diferença para Sebastien Buemi que não esteve presente em Nova Iorque, estando agora a apenas 10 pontos quando faltam duas corridas.











Eu não sei o que se passa com o AFC, mas tem-se envolvido em toques em quase todas as corridas, já para não falar nas péssimas qualificações. Estava a fazer uma grande corrida, com uma grande recuperação, mas pronto, lá teve de defender a posição de forma demasiado musculada e levou a respectiva penalização. Está a ficar parecido com um certo piloto de F1 que lhe ficou com o lugar…
Este não é o AFC que brilhou nas fórmulas de promoção.
Os resultados do AFC na Fórmula E andam a ser práticamente a mesma coisa que estava a obter no DTM (com umas poucas excepções), ou seja desapontantes.
No DTM tinha a justificação de que era um piloto de fórmulas, e não se tinha adaptado àqueles carros, mas essa desculpa já não cola na fórmula E. Não sei se é desmotivação, se é a cabeça noutro lado… porque até com a Aguri, que era fraquíssima, ele conseguiu resultados razoáveis, inclusivé uma vitória.
A Aguri era fraca mas na primeira temporada era mais fácil um piloto fazer a diferença. A motivação do AFC também deve estar a ressentir-se do facto de ter mudado para uma equipa pior e ver a ex-Aguri nos lugares da frente com o Vergne. Ter outro jovem talento como o Robin Frijns na mesma equipa também é uma diferença importante e por vezes parece sentir a pressão, enquanto que o holandês parece estar mais motivado, uma vez que medir-se com o AFC era o seu sonho. Mas esta fase menos boa do AFC vai passar e certamente com um… Ler mais »
Espero, sinceramente, que tenha razão.
Nem nos carrinhos das feiras!…