A Renault teve um fim de semana para esquecer no Grande Prémio do Azerbaijão. Nico Hulkenverg bateu contra o muro na curva sete do traçado de Baku causando estragos terminais do seu R.S.17, enquanto Jolyon Palmer se retirou ao fim de sete voltas devido a um problema de ignição.
Para Palmer o fim de semana já tinha começado mal, quando teve um acidente no segundo treino livre e um princípio de incêndio no terceiro, que o impediu de participar na qualificação. “Honestamente quase não estive em pista. Fiz cerca de 30 voltas nos três dias, o que é provavelmente o número mais baixo que fiz num fim de semana. Tinha uma boa sensação com o carro na sexta-feira. Pendo que tudo parecia bem até na corrida”, começa por dizer o britânico.
“Tive um problema de ignição mas ultrapassei (Pascal) Wehrlein, estava a alcançar o grupo à minha frente e parecia uma boa corrida, mas o problema piorou. Fiz figas para chegar ao fim, mas obviamente nem sequer cheguei perto dele”, referiu ainda Palmer. O britânico disse que se não fosse a avaria poderia certamente ter pontuado, dada a quantidade de peripécias que se seguiram na prova de Baku: “Com 51 voltas sem incidentes poderíamos ter estado nos pontos mas não conseguimos”.










Isto foi com a Renault, mas os seus clientes também sofreram com a falta de fiabilidade.
Menos o RIC que, com alguma fortuna, acabou por vencer a corrida sem nenhum sobressalto mecânico que se conheça.
O Sainz também se salvou dessa hecatombe.