Embora nas hostes da Toyota Gazoo Racing ainda sobrem recordações daqueles minutos amargos que pontuaram o final da anterior edição das 24 Horas de Le Mans, a equipa sabe que em La Sarthe tem uma missão; acabar o que ficou por terminar em 2016. As corridas do FIA WEC em Silverstone e em Spa-Francorchamps são um importante moral para a formação sediada em Colónia, sendo que agora, 30 anos depois da primeira vez que a Toyota tentou ganhar em Le Mans, a marca japonesa tem um LMP1 que parece ter um claro ascendente sobre o rival da Porsche.
Várias coisas concorreram para que os TS050 Hybrid conseguissem ter uma melhor velocidade de ponta e fossem menos ‘gulosos’ que os 919 Hybrid. Algo que é muito importante em La Sarthe, tal como o é a fiabilidade. Mas fica a dúvida se neste ponto a Toyota também estará mais confiante. Na marca japonesa ser melhor não implica que não haja alterações de última hora a fazer, como foi o caso da troca entre pilotos, ao fazer o estreante José Maria Lopez mudar para o carro # 9, para que Stéphane Sarrazin reforce a formação do carro # 7, ao lado de Mike Conway e Kamui Kobayashi.








