Segundo Oliver Gavin, piloto da Corvette, o aumento da velocidade de ponta dos protótipos LMP2 em Le Mans “é como 30 LMP1” em pista. Dando um pouco de razão ao britânico, o ‘speed trap’ no dia de testes ‘apanhou’ o Dallara P217 Gibson # 47 da Villorba Corse a 341 km/h, sendo que o ENSO CLM P1/01-Nismo da ByKolles – o único LMP1 privado – foi registado a 336 km/h, enquanto que o mais veloz dos LMP1 foi o Toyota TS050 Hybrid # 8, foi ‘apanhado’ a somente 330,8 km/h.
Apesar dos LMP2 serem mais rápidos em reta, o melhor tempo de um protótipo da categoria no Circuito de La Sarthe foi de 3m28,146s, obtido por Nelson Paciantici no Oreca # 35 da Signatech Apline, cerca de 10 segundos mais lento que a melhor marca absoluta do dia de ensaios em Le Mans, 3m18,132s conseguida por Kamui Kobayashi no Toyota # 7. Contudo Oliver Gavin considera que a maior velocidade dos LMP2 em relação a 2016, que é de oito segundos por volta, significará que pilotos de GT como ele terão de estar mais tempo a olhar para os retrovisores enquanto são ‘dobrados’. “É como ter agora mais ou menos 30 carros de LMP1, porque a velocidade de um LMP2 não é muito diferente da de um LMP1”, enfatiza o britânico da Corvette Racing.












