Antes do Grande Prémio do Mónaco Adrian Newey e a sua equipa trabalharam no RB13 para dar a Daniel Ricciardo e Max Verstappen um carro que lhes permitisse lutar pelos lugares de topo. O técnico britânico considera que as melhorias foram evidentes, embora seja cauteloso relativamente a circuitos onde a potência do motor seja mais importante que a aerodinâmica dos carros.
“Penso que o carro mostrou um andamento razoável, e temos de continuar a trabalhar nele. O Mónaco, é justo dizê-lo, é um circuito único, mas considero que conseguimos melhorar o carro. Tivemos alguns novos componentes para complementar os que introduzimos em Barcelona”, adiantou Newey. O técnico britânico está ciente de que é preciso continuar a evoluir, ainda que admite que as duas próximas provas não vão ser tão favoráveis ao RB13, “apesar de não serem tão extremas como Monza. De momento somos a terceira melhor equipa”.
A terceira posição conseguida por Ricciardo na prova monegasca é um importante moral para a Red Bull, mas é sabido que no próximo grande prémio, no Canadá, é essencial que a equipa conte com um motor mais poderoso. O que poderá acontecer com as atualizações que se esperam da Renault, já confirmadas pela marca francesa. Resta saber se o Tag Heuer permitirá aos RB13 andar mais perto dos Ferrari e Mercedes. “Posso garantir uma coisa, o motor vai melhorar ao longo da temporada, prova a prova. Se olharmos para o ‘sotfware’, ‘hardware’, combustível e óleos tenho a certeza que há melhorias significativas a caminho”, afirmou o responsável da Renault para F1, Cyril Abiteboul.











