Daniel Ricciardo brinca ao dizer que tem uma nova estratégia para o Mónaco este ano – nada de ‘pit-stops’, apenas pé a fundo até à bandeira axadrezada, numa alusão à paragem nas boxes que em 2016 lhe roubou a vitória no Principado depois de ter largado da ‘pole-position’. “Custa bastante”, afirma o australiano, que terminou em segundo atrás de Lewis Hamilton.
Brincadeiras à parte, a ‘pole’ conseguida por Ricciardo no Mónaco foi das poucas coisas que escapou à campeã Mercedes na época passada, que também deixou fugir o triunfo na Malásia para o australiano depois de Hamilton ter tido problemas de motor. Em 2017 a Red Bull parece muito mais distante da equipa de Brackley e também da Ferrari, mas a natureza da prova monegasca pode ser aquilo que a formação de Milton-Keynes precisa para ‘levantar o moral’. Nas ruas do Principado a potência (menor) do motor Renault conta menos e por isso esta será talvez a oportunidade de que a equipa precisa. “Independentemente do carro para o Mónaco vamos confiantes. Claro que é uma pista especial, um sítio que adoro”, afirma Ricciardo. “As recordações do ano passado são agridoces, mas estou entusiasmado por ter outra oportunidade este ano”, refere o australiano.










