Lance Stroll refutou críticas ao seu desempenho nos primeiros grandes prémios deste ano, insistindo que apenas precisa de “experiência e um pouco de tempo” para aprender os rudimentos da F1. O canadiano da Williams não conseguiu concluir as três primeiras corridas, devido a uma falha de travões na Austrália e acidentes na China e no Bahrein, e nunca incomodou na qualificação o seu companheiro de equipa, Felipe Massa. Na Rússia Stroll conseguiu concluir um grande prémio pela primeira vez, acabando à ‘porta’ dos pontos (11º lugar) após um pião. Na Espanha foi último classificado.
“Tenho de aceitar as condições em que estou. Tenho 18 anos, é o meu primeiro ano, nunca estive em todas as pistas do campeonato e estes carros são muito exigentes em termos de condução”, justificou Stroll. O jovem piloto canadiano considera errado, neste contexto, exigir-lhe mais, e que está a fazer o seu melhor: “Não posso entrar num carro que é novo para mim, numa pista nova, no meu primeiro campeonato aos 18 anos, e rapidamente impressionar todos. Não é assim que funciona”, argumenta Stroll. No entanto o piloto garante que não se sente frustrado com as críticas, aceita a sua condição de estreante e sabe que diante de si tem um grande desafio. Mas garante que está confiante que irá ter um melhor desempenho.












“Não posso entrar num carro que é novo para mim, numa pista nova, no meu primeiro campeonato aos 18 anos, e rapidamente impressionar todos. Não é assim que funciona” Não é assim para ti, para quem tinha talento foi assim, vai dizer isso ao Raikkonen que estava a dormir 30 minutos antes do seu primeiro GP e mesmo assim alcançou um ponto na estreia, com um Sauber que não era nem de perto a Williams da altura. existem duas mãos cheias de pilotos que impressionaram logo no primeiro GP, e no segundo… e no terceiro. É fraquito este rapaz, muito… Ler mais »
E mais dinheiro?
Daqui a 10 anos deve rodar a duas centésimas do Massa.
Já ando a ficar farto disto só desculpas
Ele não e piloto para f1 e mais cedo ou mais tarde a williams vai ter de o despedir mas o dinheiro tem um poder corruptor já dizia Camões
Temos de ter em conta que estes são os fórmulas mais complexos que existem na história da F1. A quantidade de “acertos” que são feitos no volante durante uma volta é absurda. A quantidade de factores em jogo são mais do que nunca, e o piloto tem de saber tirar partido deles ao longo do FDS. Sem contar que ao mesmo tempo tem de se estar a domar um “bicho” com 1000CV. Concordo com a ideia do Miguel Costa acima descrita, mas estes fórmulas não se trata de chegar e fazer voltas rápidas, como eram antigamente. O Stroll já demonstrou… Ler mais »