F1: Lance Stroll precisa “de experiência e um pouco de tempo“
Lance Stroll refutou críticas ao seu desempenho nos primeiros grandes prémios deste ano, insistindo que apenas precisa de “experiência e um pouco de tempo” para aprender os rudimentos da F1. O canadiano da Williams não conseguiu concluir as três primeiras corridas, devido a uma falha de travões na Austrália e acidentes na China e no Bahrein, e nunca incomodou na qualificação o seu companheiro de equipa, Felipe Massa. Na Rússia Stroll conseguiu concluir um grande prémio pela primeira vez, acabando à ‘porta’ dos pontos (11º lugar) após um pião. Na Espanha foi último classificado.
“Tenho de aceitar as condições em que estou. Tenho 18 anos, é o meu primeiro ano, nunca estive em todas as pistas do campeonato e estes carros são muito exigentes em termos de condução”, justificou Stroll. O jovem piloto canadiano considera errado, neste contexto, exigir-lhe mais, e que está a fazer o seu melhor: “Não posso entrar num carro que é novo para mim, numa pista nova, no meu primeiro campeonato aos 18 anos, e rapidamente impressionar todos. Não é assim que funciona”, argumenta Stroll. No entanto o piloto garante que não se sente frustrado com as críticas, aceita a sua condição de estreante e sabe que diante de si tem um grande desafio. Mas garante que está confiante que irá ter um melhor desempenho.
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Miguel Costa
17 Maio, 2017 at 15:24
“Não posso entrar num carro que é novo para mim, numa pista nova, no meu primeiro campeonato aos 18 anos, e rapidamente impressionar todos. Não é assim que funciona” Não é assim para ti, para quem tinha talento foi assim, vai dizer isso ao Raikkonen que estava a dormir 30 minutos antes do seu primeiro GP e mesmo assim alcançou um ponto na estreia, com um Sauber que não era nem de perto a Williams da altura. existem duas mãos cheias de pilotos que impressionaram logo no primeiro GP, e no segundo… e no terceiro. É fraquito este rapaz, muito fraquito, mas o dinheiro do pai deve estar a dar um jeitão à Williams. Continua a fazer-se uma defesa deste piloto por certos meios de comunicação que já roça a estupidez natural, a carreira dele não sustenta essa linha, e a diferença para o colega de equipa, que não acho nada por aí além, mostra isso mesmo!
Iceman07
17 Maio, 2017 at 16:32
E mais dinheiro?
Sr. Dr. HHister
17 Maio, 2017 at 23:40
Daqui a 10 anos deve rodar a duas centésimas do Massa.
Gonçalo Campos
18 Maio, 2017 at 8:48
Já ando a ficar farto disto só desculpas
Ele não e piloto para f1 e mais cedo ou mais tarde a williams vai ter de o despedir mas o dinheiro tem um poder corruptor já dizia Camões
Jabba
18 Maio, 2017 at 10:42
Temos de ter em conta que estes são os fórmulas mais complexos que existem na história da F1. A quantidade de “acertos” que são feitos no volante durante uma volta é absurda. A quantidade de factores em jogo são mais do que nunca, e o piloto tem de saber tirar partido deles ao longo do FDS. Sem contar que ao mesmo tempo tem de se estar a domar um “bicho” com 1000CV.
Concordo com a ideia do Miguel Costa acima descrita, mas estes fórmulas não se trata de chegar e fazer voltas rápidas, como eram antigamente. O Stroll já demonstrou que é capaz de fazer a figura do Ericsson ou do Palmer, mas também duvido seriamente que se torne num Max. Vamos ver…
Teve o “azar” de os carros deste ano requererem mais “atenção” do piloto no que toca à condução, o que dificulta muito a evolução nos outros capítulos.
Se vemos pilotos experientes como Hamilton, Vettel, Kimi, Grosjean, a andarem perdidos com o setup e a não conseguir extrair o máximo do carro, imagino que a vida de um rookie não seja nada fácil.
No Mónaco vai ter o seu maior desafio, estou curioso…