Zak Brown considera que um regresso da Fórmula 1 a Long Beach seria inviável do ponto de vista financeiro e prático. Reagindo a rumores de que o traçado do sul da Califórnia poderia estar numa lista da Liberty Media como opção de futuro, o diretor executivo da McLaren admite que é um cenário carregado de 43 anos de história, mas desenquadrado da realidade atual da F1.
“Uma parte significativa do problema é que para receber uma corrida de F1 um circuito precisa de ter Grau 1 FIA, e que é preciso ter mais espaço de escapatórias e uma infraestrutura de boxes substancial. O traçado está entalado pelo porto e lidar com o ambiente não será fácil”, lembra Brown, para argumentar os contras de um regresso da F1 a Long Beach. Além destas dificuldades o CEO da McLaren lembra que o traçado está sob a jurisdição da Comissão Costeira da Califórnia, por isso quaisquer melhorias, como um edifício de boxes teria que ser submetido à sua aprovação. “Por isso, até sob o ponto de vista de construção, a quantidade de capital que seria necessário ascenderia a centenas e centenas de milhões de dólares. Para além disso, os direito da F1 são infinitamente maiores que os exigidos pela IndyCar”, considera o norte-americano.









