Gunther Steiner, da Haas, pediu para que o processo das penalizações seja repensado, depois da decisão de penalizar Romain Grosjean na China, muito criticada pela equipa. Grosjean e Jolyon Palmer, da Renault, foram penalizados em cinco lugares depois de terem melhorando os seus tempos na qualificação durante o período de bandeiras amarelas causado pelo acidente de Antonio Giocinazzi
Ambos os pilotos contestaram a penalização, com Grosjean inclusivamente a tornar públicos os dados do seu monolugar . Mas a decisão foi tomada e não pode ser alvo de recurso, de acordo com o o artigo 38.3g do regulamento da F1. Steiner criticou esta decisão mal acabou a qualificação e quando acabou o Grande Prémio voltou a criticar as regras. “Não podemos apelar estas decisões. Eles deviam saber o que fazem; os dados do Romain falam por si, não sei se eles sequer olharam para eles. É muito injusto o que eles fizeram. Se existe alguma dúvida eles devem chamar alguém para explicar, não tirar conclusões e pensar ‘penso que foi isto que fizeste’”, considerou o alemão. Steiner pediu para a FIA analisar o modo como estas decisões são tomadas. “Espero que tenham aprendido algo e que passem a olhar com mais cuidado antes de tomarem qualquer decisão”, acrescentou.











Acho que a penalização do Grosjean foi injusta, porque abrandou e viu-se isso nas imagens da TV. A FIA como viu um sector côr de verde nem se preocupou e penalizou de imediato.
Já agora, o Gunther Steiner é de descendência alemã, mas tendo em conta o mapa geo-politico do pós 2ª. guerra, é Italiano, natural de Bolzano.
E 3 pontos de penalização. E a acreditar nas palavras do Grosjean, uma vez mais a Haas a não informar correctamente o seu piloto, nestes caso, que houve dupla bandeira amarela.
–Foi anexada após a 1.º GG, e os pais/avós dele terão optado, ao contrário da grande maioria, por permanecer em Itália em ´39