Gerhard Berger é o novo ‘chefe’ do DTM, e tal como quase sempre sucede quando há novas pessoas, também há novas ideias, e a imprensa alemã já fala na possível internacionalização do DTM (algo que não seria novidade). Berger não confirma, mas adianta que vai trabalhar para uma espécie de unificação de regras com competições semelhantes, tal como o Super GT japonês. No que aos motores diz respeito isso ficou adiado do lado do DTM, pois os japoneses já introduziram motores de dois litros, quatro cilindros, mas no caso do DTM isso ficou adiado para, pelo menos, 2019: “Hans Werner Aufrecht fez um grande trabalho com o DTM, embora tenha havido altos e baixos, que foram sempre ultrapassados, ele tornou a plataforma interessante para todos os tipos de construtores e equipas. Logicamente, tenho as minhas ideias, mas primeiro quero inteirar-me bem da função, perceber certas coisas e só depois fazer um plano e torná-lo realidade”






















