Ross Brawn admitiu que os ajustes comerciais dentro da F1 podem ser a chave para uma Fórmula 1 mais forte. O que se passa atualmente é que fazer correr uma equipa privada é quase impossível, não apenas financeiramente mas também competitivamente. O novo diretor desportivo da F1 tem esta opinão mas admite que a solução não é fácil.
“O que é necessário é complexo, não podemos apressar nada”, afirmou o britânico. Outra razão para não apressar é que nenhum contrato expira até 2020. “Primeiro temos de criar as bases certas e só depois construir. Por boas bases refiro-me a diferenças menores entre as melhores e piores equipas. A questão é: ‘Em que nos precisamos de focar para mudar de rumo?’ A dependência de recursos é uma das áreas que temos de explora”; defendeu Brawn.“Devemos avançar para um orçamento limitado ou constrangimentos técnicos? Talvez uma junção de ambos? Mas o que temos mesmo de fazer é reduzir a importância do dinheiro na performance dos monolugares, porque esta é a atual direção da F1. O que queremos é tentar aumentar o nível geral de todas as equipas”, acrescentou o diretor desportivo da F1.
Rodrigo Fernandes













Parece-me bem.
Esta de ser o dinheiro que ganha na F1 tem muito que se lhe diga, para já não é coisa nova e é mais que sabido os orçamentos mesmo por baixo que as equipas mais “ricas” gastam dai não ser surpresa para quem se quer imiscuir na F1 e depois não vejo como é possivel controlar custos devido ao numero infidavel de parcerias que podem ter.