A Citroën aproveitou bem o motor do seu C-Elysée do WTCC para o C3 WRC, mas já na questão da aerodinâmica, não foi assim, e a explicação é simples.
Laurent Frégosi admitiu que a experiência de três anos no Campeonato do Mundo de Turismo foi valiosa para o desenvolvimento do novo C3 WRC, e se o motor será certamente uma mais valia dos franceses no WRC 2017, já na questão aerodinâmica não há qualquer vantagem. “Os esforços que fizemos no carro de turismo não são os mesmos porque o formato da carroçaria dos carros é distinto. Na aerodinâmica não podes transferir algo de um carro para o outro porque esta é muito dependente da forma do carro na sua variante de série e na liberdade que tens ao teu dispor relativamente ao regulamento, o que é bastante diferente no WTCC e WRC. Ainda que o objetivo base de ambos seja o mesmo, conseguir maior carga aerodinâmica sem criar demasiado arrasto”, disse Laurent Frégosi, diretor técnico da Citroën Racing.













