Enquanto a Mercedes não confirma a contratação de Valtteri Bottas para o lugar que causou muita movimentação no plantel da Fórmula 1 durante a pré-época, os outros lugares no plantel foram sendo ocupados e o último volante minimamente competitivo, o de segundo piloto da Sauber, foi agora ocupado por Pascal Wehrlein.
A única equipa que ainda não confirmou quais serão os seus pilotos para a próxima época é a Manor Racing, a menos competitiva do plantel. No entanto, ao ficar com os últimos lugares disponíveis, vê-se agora na posição mais ou menos invejável de poder escolher entre quatro pilotos que procura incessantemente por um lugar na F1.
O favorito é Felipe Nasr. O brasileiro apenas ficou sem hipótese de manter o seu lugar na Sauber devido à perda do patrocínio do Banco do Brasil, já que, ao contrário do seu colega Marcus Ericsson, marcou dois pontos no GP do Brasil. Dado o seu palmarés (campeão britânico de F3 em 2011 e 3º na GP2 em 2014) e as ligações da sua família ao desporto automóvel brasileiro, encontrar novos patrocínios poderá ser mais fácil que para outros pilotos.
Esteban Gutiérrez batido regularmente na Haas por Romain Grosjean, mas esteve perto de conseguir marcar pontos para a equipa americana. O piloto mexicano também tem boas hipóteses de trazer bons patrocinadores, graças à sua ligação à empresa de comunicações Telcel.
Quem ainda não tem patrocínios garantidos desde a saída da gasolina Pertamina, mas poderá apostar na sua ligação anterior à equipa, é Rio Haryanto. O piloto indonésio já tem experiência e já conhece os cantos à casa, pelo que a sua principal mais-valia seria poder fazer o desenvolvimento do carro, mas a sua mãe já veio a público confirmar que Haryanto não tem dinheiro para garantir um lugar.
Finalmente, o quarto nome é o do britânico Jordan King, que foi sétimo na GP2 o ano passado, com duas vitórias, na Áustria e Grã-Bretanha. King tem a vantagem do seu pai, Justin King, ser presidente interino da Manor, além de que as ligações deste à indústria alimentar britânica dão-lhe uma ampla rede de potenciais patrocinadores para contactar, incluindo as cadeiras Sainsbury (onde foi diretor-geral até 2014) e Marks & Spencer.










