Toto Wolff sinalizou o sucesso de Michael Schumacher e Sebastian Vettel pelo recente colapso do Grande Prémio da Alemanha, ausente do calendário da F1 em 2017.
Com cada vez menos adeptos e rotatividade entre os circuitos de Nürburgring e Hockenheim, a prova deve regressar em 2018, mas apenas para cumprir o último ano do seu contrato.
O diretor desportivo da Mercedes acredita que o domínio de Schumacher na Ferrari e de Vettel na Red Bull contribuiu para esta falta de interesse dos alemães na sua corrida ‘caseira’.
“Desconheço o motivo para que haja menos interesse na Fórmula 1, mas tenho uma teoria que é uma ‘ressaca’ dos anos de domínio do Sebastian e do Michael, e dos alemães que venceram tudo”.
Wolff revelou depois que a corrida é importante para a sua equipa:
“O interesse dá-se em ciclos e agora existem outros desportos como o futebol que reúnem grande interesse, mas pode ser que tudo mude novamente com outros pilotos a vencerem o campeonato. Ter um Grande Prémio da Alemanha faz parte da história, sendo particularmente importante para nós na Mercedes, com as nossas fábricas e muitos fãs na Alemanha”.
Sobre a inexistência da prova no calendário de 2017, o dirigente austríaco revelou que a Mercedes poderia apoiar financeiramente o projeto, repetindo uma oferta do passado a Bernie Ecclestone:
“Há alguns anos quando a corrida também esteve fora nós oferecemos o nosso apoio, tanto do ponto de vista financeiro como ao nível do marketing. Mas não foi aceite. A decisão continua nas mãos do detentor dos direitos comerciais”.










