A FIA não deu provimento ao apelo para revisão da penalização de Sebastian Vettel no GP do México, depois do alemão ter sido considerado culpado de ter mudado a trajetória do seu Ferrari em travagem. A Ferrari alegou que os dados do GPS eram um novo elemento a tomar em consideração, justificando nova investigação, mas depois duma nova conversa por tele conferência com os Comissários do GP do México, Garry Connelly, Silvia Bellot, Jorge Rodríguez e Danny Sullivan, foi considerado que a informação agora disponibilizada não era nova e em comunicado a FIA explicou a não existência de “novos elementos” porque os dados do GPS já estavam disponíveis no México, deixando, portanto, de se tratar de um elemento novo, como a Ferrari alegou.
O novo apelo da Ferrari foi suportado no facto do Diretor de Corrida, Charlie Whiting, ter o poder para instruir o piloto do carro 33, Max Verstappen, para devolver a posição, por ter supostamente levado vantagem, isto tendo como base os dados de GPS de cada carro, mas os Comissários entenderam que este poder não é relevante na decisão tomada no México, dado que não é uma obrigação do diretor de prova. Portanto, a FIA decidiu não há nenhum novo elemento e rejeitou o apelo da Ferrari, encerrando de vez a polémica.











