Gonçalo Araújo aceitou o convite da Ginetta para correr no V de V no Estoril, mas não teve muita sorte com a sua experiência, e nem sequer arrancou para a corrida. Aceitou de bom grado o convite que lhe foi endereçado pelos homens da Ginetta, que se lembravam bem dos duelos que teve com Pedro Salvador há uns anos, quando o jovem Araújo pilotava o Norma e Salvador o Juno: “De início fizemos poucas voltas, porque o meu colega de equipa queimou uma embraiagem. Foi na qualificação, ele fez um pião e para sair dali danificou a embraiagem” começou por referir o piloto que acabou por nem sequer correr: “Estava previsto fazer quatro stints, só iríamos correr dois pilotos, mas as coisas não correram nada bem”. Não correram porque a equipa não conseguiu em mais de duas horas reparar o Ginetta G57: “O objetivo principal desta minha participação era ajudar a equipa, mas infelizmente partiu-se um rolamento da bomba de embraiagem, uma peça que dificilmente parte e a equipa não tinha para substituição. Foi frustrante, mas fica para a próxima”, disse o piloto que abriu um pouco o jogo relativamente ao que pode vir a fazer para o próximo ano: “A ideia é montar um projeto deste estilo no V de V. Cá em Portugal, com a proibição dos protótipos correrem ficámos parados este ano, e como estão os TCR ninguém sabe muito bem como será a velocidade nacional. É uma incógnita se há ou não campeonato, por isso é para mim mais aliciante um campeonato no estrangeiro” disse Gonçalo Araújo. Na foto, quanto o resto do plantel já estava na grelha de partida para arrancar para a corrida, muito se trabalhava no Ginetta e nessa altura ainda não tinha sido descoberto o dano na ‘tal’ peça que não havia…

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