Numa altura em que se fala intensamente da venda dos direitos comerciais da F1, por parte da CVC, por 8.5 mil milhões de dólares (ou 7.6 mil milhões de euros) à Liberty Media, de John Malone, muitos dizem que é desta que Bernie Ecclestone sai da F1, embora como se sabe, ninguém empurra o inglês. Se ele achar que deve sair, sai, mas essa é uma decisão dele, que no entanto pode já estar tomada sem ainda ser pública.
Eddie Jordan diz que Ecclestone “deverá anunciar a sua saída nos próximos dias”. Para já, relativamente ao assunto, Ecclestone é igual a si próprio: “Sabem como é, até o dinheiro estar no banco nada é certo” e quanto à possibilidade da F1 ser vendida a norte-americanos, que podem fazer crescer a competição nos EUA, Ecclestone diz que “seriam necessárias dez corridas nos EUA para isso”, deixando claro que os americanos ‘pegam’ bem nas suas competições, mas não o fazem com tanta facilidade ao que vem de fora, acrescentando ainda mais algumas declarações interessantes: “Seriam vendidos muitos mais hamburgers, os preços cairiam, e deixaria de ser Fórmula 1”, disse Ecclestone que quanto às cerca de 14 por cento de ações da F1 que tem, deixa claro não estarem à venda, pelo menos à Liberty Media de John Malone, acrescentamos nós…
A única coisa que é certa é que algo se está a passar, mas tal como Ecclestone diz, decisões finais só quando “the fat Lady sings…” ou se preferir o que se diz em português, “até ao lavar dos cestos é vindima”












Se Bernie Ecclestone sair será sem dúvida o fim de uma era. Uma era que durou muitas décadas. Para pessoas mais velhas, a F1 é este senhor. Foi ele quem ergueu esta competição ao nível alto que ela ocupa há muitos anos. Mas o tempo não perdoa e a hora de sair pode estar próxima, embora para pessoas como ele, que tem um gozo tremendo em tudo quanto fazem, a palavra reforma não faz parte do vocabulário, como é óbvio. Assim as pilhas aguentem ! Grande Bernie !
Quando este sair, vai ser o fim da F1. Por muito má que ela esteja…foi ele que a ergueu! E os americanos tem a tendência para “americanizar” tudo. Teria de vir alguém dentro da F1 com algum estatuto para tomar mão nisto e não uma empresa que quer fazer sabe-se lá o quê. Vai ser como vender óculos graduados a quem é cego
Então parece que é desta. A acontecer é um negócio que transformará o grupo de acionistas, não apenas pelas acções da CC trocarem de mãos, mas por haver cláusulas que obrigam à venda de acções de outros acionistas no caso da venda das da CVC. o impacto na modalidade é difícil de prever. Tratando-se de um grupo media, esse será um aspecto com mais influência em que compra as transmissões e no telespectador. Já em relação à F1, Bernie não é eterno, mas parece a escolha obvia nesta altura, para cozinhar os contratos entre os novos proprietários e as equipas.… Ler mais »
Oh yes please go away thank you and goodbye.