De acordo com alguma imprensa espanhola, Carlos Sainz poderia ser utilizado pela Red Bull como ‘moeda de troca’ para que a equipa de Milton Keynes obtivesse um desconto maior no preço dos motores Renault, a partir da próxima temporada. Apesar de a marca de bebidas energéticas ter acionado a cláusula que prevê a manutenção de Sainz na Toro Rosso, alguns rumores apontam que a Renault, à procura de uma dupla de pilotos mais competitiva (Jolyon Palmer tem o lugar em risco, mas Magnussen não está muito mais seguro), gostaria de contar com os serviços do espanhol, e que nesse sentido as duas partes poderiam chegar a acordo, uma vez que os franceses continuam a fornecer motores à Red Bull, embora com a designação ‘Tag Heuer’.
A procissão ainda vai no adro, mas a estratégia faz algum sentido, até porque convém recordar que os diferendos dos últimos anos fizeram com que a Red Bull passasse a pagar cerca de 30 milhões de euros por ano para contar com os propulsores franceses, perdendo ainda o estatuto de ‘equipa privilegiada’, com as mesmas regalias de uma equipa de fábrica.
Sainz, citado pela Speed Week, questionou apenas: “Agora sou uma moeda?”, adiantando que um negócio desta natureza seria, no mínimo, “estranho”.
Franz Tost, diretor de equipa da Toro Rosso, confirmou: “Este é um rumor sem qualquer fundamento que posso sumarizar em duas palavras – completo disparate”.










