De acordo com alguma imprensa espanhola, Carlos Sainz poderia ser utilizado pela Red Bull como ‘moeda de troca’ para que a equipa de Milton Keynes obtivesse um desconto maior no preço dos motores Renault, a partir da próxima temporada. Apesar de a marca de bebidas energéticas ter acionado a cláusula que prevê a manutenção de Sainz na Toro Rosso, alguns rumores apontam que a Renault, à procura de uma dupla de pilotos mais competitiva (Jolyon Palmer tem o lugar em risco, mas Magnussen não está muito mais seguro), gostaria de contar com os serviços do espanhol, e que nesse sentido as duas partes poderiam chegar a acordo, uma vez que os franceses continuam a fornecer motores à Red Bull, embora com a designação ‘Tag Heuer’.
A procissão ainda vai no adro, mas a estratégia faz algum sentido, até porque convém recordar que os diferendos dos últimos anos fizeram com que a Red Bull passasse a pagar cerca de 30 milhões de euros por ano para contar com os propulsores franceses, perdendo ainda o estatuto de ‘equipa privilegiada’, com as mesmas regalias de uma equipa de fábrica.
Sainz, citado pela Speed Week, questionou apenas: “Agora sou uma moeda?”, adiantando que um negócio desta natureza seria, no mínimo, “estranho”.
Franz Tost, diretor de equipa da Toro Rosso, confirmou: “Este é um rumor sem qualquer fundamento que posso sumarizar em duas palavras – completo disparate”.











Seria interessante ver uma dupla constituída por Carlos Saiz e Esteban Ocon. O Jolyon Palmer não tem talento e o KMag é um hooligan incapaz de consistência. Com uma dupla assim, só faltaria que a Renault fizesse um carro competitivo em 2017 para termos mais uma equipa a lutar pelos primeiros lugares.
No entanto, esta notícia parece-me altamente especulativa – estamos na silly season – uma vez que a Renault já manifestou vontade de equipar a Red Bull, não sendo assim necessárias moedas de troca.
Não é uma hipótese descabida, caso a RB queira promover o Gasly e manter o Kvyat.
Mas concordo quanto aos actuais pilotos da Renault, só não vou ao ponto de chamar hooligan ao Magnussen, essa palavra tem uma conotação demasiado forte.
Uma moeda não digo, nem que fosse daquelas de Kilo, mas um cheque com pelo menos 7 dígitos por ano, talvez!
Já agora, tem tento na língua rapazinho, porque o Doutor Marko não gosta de linguarudos nem putos refilões.
Vão usá-lo como moeda de troca para a união europeia não aplicar sanções à espanha.