Fábio Mota continua a sua aventura na Taça Europeia de Turismos (ETCC), que vai ter lugar no Nürburgring Nordschleife. Invulgarmante, o ETCC não vai ter corridas próprias na pista alemã, partindo atrás da grelha do WTCC, algo que não acontecia numa prova deste género desde 1981, com o DRM, antecessor do DTM, que tinha divisões separadas para acima e abaixo de dois litros nas corridas normais do campeonato.
O piloto da Lema Racing reconhece que “esta é uma pista muito especial, não só pela sua extensão, mas também pela selectividade que ostenta. É talvez o circuito mais difícil do mundo. Tenho vindo a estudá-lo aprofundadamente através de vídeos e do simulador, mas só em pista se poderá ter uma ideia clara das suas exigências”.
Quanto a objetivos, “na Eslováquia mostrámos que o nosso andamento é suficientemente bom para lutar pelos lugares do pódio, o que foi importante para mim e para a Lema Racing. Este circuito é muito especial e pode criar resultados fora do normal, devido à sua extensão e também às condições climatéricas instáveis, mas vamos trabalhar afincadamente para nos mantermos na batalha pelas posições pontuáveis frente a uma oposição muito competitiva”.









