Depois de descrever as sensações ao volante com o ‘Aeroscreen’ montado, Daniel Ricciardo referiu que a Fórmula 1 deve discutir uma solução para a proteção da cabeça. Não fazê-lo seria incompreensível face aos acidentes que têm ocorrido nos últimos anos: “Toda a gente fala sobre os cockpits abertos, que é o que as pessoas conhecem e associam à Fórmula 1. É justo. Seria fantástico manter tudo como está, mas com os acidentes que têm ocorrido nos últims anos, penso que seria pelo menos desrespeitoso não explorar este caminho. Se isto se tornar na norma todos irão se habituar ao sistema no futuro. Não penso que seja tão mau como muita gente pinta – poderia acontecer, facilmente até”, referiu.
Após ter efetuado apenas uma volta com o sistema, o australiano disse ainda que havia a possibilidade do ‘Aeroscreen’ ser novamente testado mais para a frente noutro tipo de condições, até pelas questões levantadas quanto à sua visibilidade com chuva e nas corridas noturnas do calendário:
“Penso que o plano é testá-lo novamente. Talvez noutro tipo de circuito com outro cenário. As luzes podem ser interessantes na forma como refletem no vidro. Portanto iremos provavelmente experimentá-lo mais uma vez. No entanto, a primeira impressão é positiva. Ok, não é normal, mas assim que te habituas a ele não há qualquer problema. Tinha um Ferrari à frente e ainda conseguia ver onde ele se posicionava e as linhas, portanto a visibilidade era bastante boa”, concluiu.









