Uma das grandes incógnitas desde Mundial de Fórmula 1 é saber que passo poderá dar a McLaren-Honda. Como se sabe, o primeiro ano da associação McLaren-Honda não começou sob os melhores auspícios, mas a capacidade das duas marcas deveria ser suficiente para que todos os problemas já tivessem sido ultrapassados. Mas não, longe disso!
No segundo teste a Honda já surgiu com uma nova unidade motriz (na primeira teve ainda que montar motores verdadeiramente híbridos – tratavam-se da versão 2016 mas com turbo e MGU-H do ano passado, pois as novas peças ainda não tinham sido validadas no Japão) mas pelos vistos a McLaren está longe de estar contente com o que está atualmente a acontecer, já que Éric Boullier, diretor de corridas da McLaren veio a público novamente pressionar a Honda relativamente ao atraso no desenvolvimento do motor.
Em recente entrevista à revista alemã ‘Auto Motor und Sport, Boullier admite que o MP4-31 pode não ser o melhor monolugar de sempre, mas atirou para a Honda o ónus pela falta de potência do seu novo motor. Pelo que já se percebeu o motor Honda não é tão potente quanto se esperava e continua bem atrás dos outros construtores de unidades motrizes: “Do lado da McLaren estamos a cumprir o nosso programa, mas a Honda ainda não, mesmo que os sinais sejam mais positivos quanto ao seu progresso. O carro ainda está longe de estar onde queremos, o motor ainda não alcançou os valores que tínhamos em mente para este ano, e sem dizer que vamos bater a Mercedes, acho que podemos melhorar muito. Fui contratado pela McLaren para garantir que colocamos o melhor carro em pista e isso é minha responsabilidade mas o quanto ao motor, não posso fazer promessas”, concluiu. Como se pode perceber, estes ‘recados’ visam começar já a ‘avisar’ para o que aí vem. E não aprece ser nada de muito bom. Resta aguardar para ver…









