Agora que completou 54 anos, Gabriele Tarquini continua a sentir-se motivado para continuar a correr no WTCC, explicando que “é uma motivação que vem de dentro. Fiquei triste o ano passado quando soube que a Honda já não tinha planos para mim, afinal, o WTCC é a minha família, mas agora estou grato por esta nova chance com a Lada”.
O veterano italiano reconheceu que “eu não posso parar, sinto-me jovem. A Lada permitiu-me regressar, e o Viktor Shapovalov já me queria contratar por muitos anos, mas eu disse-lhe para termos calma, vou tentar conseguir um bom resultado e depois vemos como vai ser de ano para ano. Estou aqui para surpreender”.
Com Nicky Catsburg e Hugo Valente como novos colegas de equipas, esperava-se alguma animosidade com este último depois do incidente no Qatar, mas o francês reconheceu que “já falámos sobre isso. Ele corre em carros de turismo desde antes de eu nascer e tenho muito a aprender com ele”. Uma picada amigável com a idade a que Tarquini respondeu que “eu já o perdoei. Eu quando era novo também cometia erros estúpidos”.










